domingo, 8 de novembro de 2009

Post de encerramento


Foi divertido, foi animal, excelente! O tempo muda as pessoas nos levando a direções completamente diferentes do que algum dia pensamos em trilhar. Este é o meu último post neste blogg porque tudo mudou muito pra mim nestes últimos meses. Concepção de mundo, sociedade, relações, objetivos... Me ausentei do mundo das drogas faz meses já. Diferente do que a maioria pensa, não foi difícil, por sinal está sendo muito mais tranqüilo ficar sem drogas do que sem cigarro. Este último texto faz menção a transição da visão de mundo de antes e agora.


Transição


Resolvi parar de usar drogas logo após uma bad trip com LSD (a droga que mais me apetecia). Em resumo saí de casa com gripe, já estava mal com um pouco de febre e com o corpo meio fodido, mesmo assim a pira do dia parecia agradável e encontrei os brothers no centro. Todos nós tomamos e para minha surpresa não fiquei louco como os outros, bem pelo contrário, piorei da gripe e minha febre aumentou, não conseguia nem ficar em pé direito, uma fraqueza que só aquelas gripes fodidas consegue dar. Resolvi ir pra casa porque em vez de alucinar, eu só estava me fodendo, uma vez que todos estavam alegres, felizes e pirando ao máximo, eu estava lá, no chão, me encolhendo de frio e quase desmaiando por alí mesmo. Fui pra casa em pouco tempo e lá cheguei muito pior, minha febre já estava altíssima, beirando os 40º em meio a delírios. Foi quando resolvi deitar para dormir e sonhei. No sonho eu andava pelas ruas, um cenário acinzentado composto por cores frias, dando um ar de tristeza e melancolia. Prédios traçados como desenhos e uma garoa fina colorindo ainda mais toda aquela imensidão cinza com suas cores pesadas e inóspitas. Eu estava com muito frio, completamente perdido, andando atoa sem um rumo certo. Aquilo parecia o inferno, a cada passo que eu dava sentia um peso forte em minhas costas, apenas escutava "Esse é o seu mundo atual, o caminho que você escolheu só tem esse tipo de conforto". Eu não entendia nada do que pudesse significar isso, eis que encontrei um estômago na calçada, ao relento, todo fodido. Por mais que pareça idiota, ele estava com uma expressão de sofrimento, era como se aquele estômago tivesse expressão, sonhos são uma loucura. Cheguei mais perto e as palavras vieram à minha cabeça como uma porretada violenta "Sou seu estômago... por que você faz isso comigo? Eu te fiz alguma coisa? Sustenta teu corpo com o que há de bom, não com essas porcarias que qualquer hora eu não vou mais aguentar. Olhe pra mim, estou cinza e machucado, por favor, cuide melhor de mim, eu te imploro". Trocando em miúdos era o meu corpo pedindo arrego a quantia esdrúxula de drogas que eu enfiava guela abaixo. Peguei aquele estômago todo podre e fui levando ele, não tão adiante encontrei outra peça importante: um cérebro. Ele estava tremendo, todo cinza também parecia que estava levando choques. Colocquei a mão na minha cabeça e estava aberta, sem cérebro, passei a mão por dentro da minha cabeça e estava cheia de uma gosma preta e nojenta, como se eu estivesse podre por dentro. Saquei na hora o significado de tudo aquilo, definitivamente aquele era meu limite. Acordei depois de quase 16 horas de sono com a cabeça direcionada ao caminho da sanidade. Sempre tive como objetivo ter muitos filhos, uns 4 e quem sabe adotar mais uns dois e para isso no mínimo eu teria que ser rico e extremamente responsável, afinal, não quero que meus futuros filhos cresçam sem uma instrução decente. Usando drogas isto se torna uma tarefa quase impossível. Se tem duas palavras que definitivamente não combinam, são as palavras drogas e responsabilidade. Não senti mais vontade de usar nada e não torro o saco de ninguém em relação a isso. Por sinal o quanto eu aprendi nesta minha fase junkie foi coisa pra caralho, ensinamentos de vida fortes que me deram base para mil e uma coisas. Foi com as drogas que aprendi a não julgar os outros por o que fazem e sim por o que são. Só acho que chega uma hora que tem que sair porque o aprendizado tem um limite, depois que tirar todo o proveito destes ensinamentos, começa a se tornar algo destrutivo. Acredito eu ter aprendido o suficiente com essa vida que levei. As coisas começaram a tomar rumos diferentes depois dessa minha decisão, tudo mudou. O rollet, amigos, família, rotina, finais de semana, tudo. Como a maioria do pessoal do meu grupo usa drogas, nos tornamos muito mais distantes porque eu já não fazia mais parte deste rollet. Quando se fuma maconha é normal que se saia com os amigos para fumar maconha, funciona como uma cerveja da galera, só que é maconha. Comecei a ficar por fora de muitos rollets mas não porque eles me excluíram, as circunstâncias levaram a essa exclusão. O ponto forte dessa transição é que é nesse tipo de situação que você começa a tomar conhecimento do que se entende por o que chamam de amizade. Os que são seus amigos, não vão te deixar na mão só porque sua cabeça mudou e não é mais coerente digamos assim, com a cabeça deles. São aquelas pessoas que te amam independente do que você faz ou deixou de fazer. O que tenho a dizer depois de tudo isso é uma grande dica com base em tudo o que aprendi. Se usar drogas, não se afunde e saiba a hora de parar, não sou contra as drogas, mas tudo tem que ter limite, não tenha medo de parar, não vai ficar um buraco na sua vida e o mais importante de tudo, cuide do seu corpo, ele é o condutor da sua vida, ele é o seu templo e sua estimativa de vida é diretamente proporcional ao tipo de cagada que você faz ou não com o corpo e lembre-se, algum dia você vai ter alguém que vai seguir os seus passos, portanto faça valer esse rollet aproveitando todo e qualquer conhecimento, afinal de contas, a única coisa que você leva para vida toda e que ainda consegue passar aos outros é único exclusivamente conhecimento. Um abraço à todos a obrigado por lerem as histórias do NumaNiceSeuChocolate.blogspot.com

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Fria tarde de junho.


Lembro de sentir sua ávida pele, como uma maçã, roçando em meu corpo. Fazendo-me seduzir pelo calor do teu. Aquela risonha inocência sendo envolta numa onda de tezão com temperados toques de malícia. Tudo o que me foi feito naquela fria tarde de junho, tudo aquilo que foi sentido. Tudo. Me faltam palavras para expressar o que foi sentir aquilo tudo, tudo o que foi te sentir.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Física.


Estava sentado no ônibus, descansando minha cabeça depois do rolê, pensando na vida, várias hipóteses sobre vários assuntos, quando uma mulher e uma garota sentam atrás de mim e começam um assunto um tanto quanto sacana, Física! Para surpresa dos meus sentidos, a mulher começou com a seguinte frase:
- O que você está estudando agora?
Vi no reflexo do ônibus a garota pegando um livro e mostrando, sentindo mais pesar no meu descanso escutei:
- Energia cinética! Nossa, que legal! Hoje eu fiz uma experiência prática com isso na facul, foi ótimo!
O assunto causava-me náuseas, no ano que passou fiz cursinho e matava quase toda aula de física pra fumar maconha, porque já tinha desistido de entender e a mulher afirmava lucidamente que "Energia cinética" era um assunto fantástico, parecia eu falando de LDS para os meus amigos que nunca tomaram. Emocionada, continuou:
- Ai, eu não me arrependo nada de ter começado a fazer esse curso, eu quero pesquisar tudo isso a fundo e descobrir um mundo inteiro através da física!
Parecia piada, na boa mesmo, eu nunca tinha escutado alguém falar tão bem de física em tão pouco tempo, eu ficava azedo só de ouvir o que ela falava. Eis que a garota falou:
- Nossa, mas é legal mesmo, eu estou super entretida nessa matéria.
Nessa altura do campeonato eu estava prestes a mudar de lugar, pensamentos a toda gritando "Como?!COMO?!". Como não tinha visto o rosto da mulher mais velha, apenas o reflexo de suas mãos, ficava desenhando ela no meu pensamento, ao meu ver, era certeiro que ela era uma gorda, de óculos, falida que não conhecia o mundo mágico que só a vida boêmia lhe traz. O papo não durou mais que 10 minutos, mas foi o suficiente pra acabar com o meu sossego. Antes de descer do ônibus, dei uma olhada naquela que detinha em foco o assunto boçal e me surpreendi: loira, olhos verdes, pele branquinha, seios fartos e um sorriso maravilhoso. Confesso que depois do que vi, conclui que não foi tão ruim escutar sobre Física no final das contas.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Bad Trip Detected.


Todo grupo de maconheiros é obrigado a se esconder de tempo em tempo, pra fumar sossegado e não ter nenhum cop pra cortar o barato. Por desgraça do destino, alguns passam pela situação constrangedora do que se é conhecido por "cair", ou uma variável não tão pesada, a "geral". Hoje não foi o nosso dia de glória. Como de costume, estávamos em um dos nossos points da cidade, fumando o nosso numa boa, tudo numa nice, baseadinho passando, galera conversando, rindo e fazendo o que de mais maconheiros fazem. Estávamos realmente entretidos, ainda mais porque a segunda baga já estava sendo queimada e a cabeça de todos se esvaindo em pensamentos verdes. Só tive tempo de olhar de relance e apontar para a Giovanna, para uma tentativa frutrada de avisar a mesma de dispensar aquele beck, quando já no começo das minhas palavras, fui interceptado por aquela voz grosseira e suja, a frase entrando no ouvido de cada um causando variações de espanto:

"TODO MUNDO COM A MÃO NA CABEÇA"

Por eventuais problemas do passado, fiquei mais tranqüilo por conhecer algumas pessoas com uma certa influência, livrando o meu lado e talvez o de todo mundo. Se a solução fosse dita em um tom para todos escutarem, os cops com toda certeza iriam me ridicularizar e quem sabe eu tomaria umas bordoadas. O Link me olhou desesperado, ele nunca tinha levado uma dura daquelas. Fomos revistados um a um, 5 minutos antes de eles chegarem, eu tinha colocado meu dechavador na cueca e na hora que o policial me revistou, suei frio com medo de que achassem o mesmo. Abriram minha caixonha e nada acharam, só um cartão e uma caixa de fóforo, fecharam e deixaram de boa. Sem flagrantes presentes em nosso porte, eles precisavam arranjar uma maneira de nos foder e usaram o argumento do menor de idade, novamente outra frase que causaria uma certa desavença entre os pensamentos daquele grupo:

"É o seguinte pessoal, todos vocês estão presos."

Naquela altura do campeonato, todo mundo despirocou, alguns tomando ações um pouco precipitadas, como foi o caso da Marina, que ofereceu grana para os cops pra nos deixar vazar, uma idéia um tanto quanto transtornada, eu diria. Eu tentava me acalmar por dentro "Tudo bem, meu contato vai me tirar de lá hoje mesmo e sem problemas", mas minhas pernas se recusavam a acreditar e eu tremia. O Link, que já estava nervoso, explodiu de vez e perguntava a mim o que podíamos fazer e eu não podia dizer porque a situação me impedia. Eu olhava nos olhos da Giovanna e sentia-lhes tremer de desespero. O homem de capacete, que parecia aqueles modelos de cop a lá Texas Ranger, tirou uma folha de papel, uma caneta e começou a pegar os endereços, nomes, profissões e idades, espalhando mais euforia no grupo. Quando ele pegou o rádio e falou "Mande duas viaturas pra cá agora", começamos a reagir e aos poucos fomos definindo nossas posições, de quem iria fazer de tudo pra não ficar fichado ou até mesmo, preso. Não demorou muito pra que soltassem as meninas e o menor de idade. Sobraram só os mais velhos e demos continuidade a nossa resistência, implorando aos caras que nos deixassem em paz porque somos pessoas de bem. Um amigo meu, que já tinha um antecedente criminal meio recheado, decidiu lutar com todas as forças e até simulou um choro, conseguindo brutalmente, quebrar o gelado coração daquele temível cop. De certo pensou "Caralho, se eu for pra DP, estou mais do que fudido", o medo era tanto que nem o RG ele passou, mas eu entendo o seu lado, se eu tivesse em sua posição, faria o mesmo. Aos poucos todo mundo foi lutando e no final das contas, os caras acabaram liberando a galera toda, sem fichar, nem bater, nadica. Depois de digerir toda a bad trip, estávamos nós no andar de fumantes do shopping rindo de tudo, contando cada um o sentimento que predominava na hora. É isso que salva nossas bad trips né? Aquele grupo que te faz rir logo no instante em que é possível, aquela galera, aquela família.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Você é louco!

Frase que escuto desde sempre, ainda mais depois que resolvi encarar minha última empreitada.Já havia traçado planos de como iria viajar de carona faz dois anos mais ou menos. Estudei o mês inteiro para conseguir o que queria e no final das contas, fracassei.



O real sentido dessa aventura não era somente conseguir chegar em São Paulo são e salvo, era muito mais que isso. Todo o processo iria refletir fortemente nesta etapa da minha vida. Liguei as duas coisas, sair de casa e viajar de carona. Logo de cara não se vê muita conexão, tudo bem, eu explico. Morar sozinho é algo que exigiria de mim uma maturidade considerável, independência acima de tudo. A aventura tinha como objetivo saber se eu estava pronto ou não para essa minha "nova vida" que está por vir, conhecer mais a respeito de mim mesmo e descobrir os pontos que necessitam melhorias porque afinal de contas, eu iria por minha própria conta e risco, na hora do aperto, seria obrigado a me virar. Eu realmente queria ter encarado tudo isso. Sempre pensei que tudo o que eu quisesse na vida, seria muito fácil por acreditar cegamente em meu potencial. Ir até a BR, ficar 5 horas de baixo de um sol forte não me rendeu só um belo bronzeado, por incrível que pareça, completei somente 1% de minha empreitada e já tive ótimos resultados, não tanto como eu queria, mas mesmo assim colhi intensas experiências. Tirei prova de que eu não sou tudo aquilo que pensava e se eu procurava uma ferida a curar, infelizmente acabei deparando com o ego. Logo depois o acontecido fiquei um tanto quanto chateado, desiludido, mas foi só na hora, agora estou mais determinado que nunca, se antes eu confiava em mim, agora descobri que não existem limites! Vou embarcar nessa e em muitas outras aventuras, fazer valer a minha vida. Todos precisam de algum toque na vida para se sentir vivo, eu encontro esse toque em aventuras. Afinal, os grandes homens constroem suas próprias lendas.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Desabafo de um jovem de 20 anos.



Sabe aquela parte da sua vida que te obriga a crescer, a enfrentar o mundo com suas próprias garras, ser independente, morar sozinho? É complicado, pior ainda é quando você não escolhe sair de casa. Tudo tem um porém, isso vai me fazer alcançar horizontes antes nem pensados por mim. Um planejamento, orçamentos, parcelamentos, imposto, etc etc e etc. Realmente, parece um monte de coisas mas logo quando me mudar, vou sofrer no começo, mas logo farei essa coisa toda engrenar e no final das contas, vai dar tudo certo. Só é triste pensar que quando eu chegar em casa doente, não vai ter aquele pai fazendo chazinho, brigando por não ter usado chinelo depois de sair do banho, não ter colocado blusa, aquele pai que se preocupa contigo e mostra que quer o seu bem. Agora que pensei nisso, deve ser uma merda morar sozinho e ficar doente! Ainda mais se você não tiver remédio e nem dinheiro pra comprar, você simplesmente fica fodido numa situação dessas. Sem carinho, sem remédio, sem mimo, sem nada. Só com o seu amigo pc, video game, etc, pena que esses amigos não sabem nos mostrar muito carinho. Fui criado só pelo meu pai, desde os meus 10 anos e sempre o vi como meu ídolo! Tem lá os seus defeitos, mas são coisas que todos pais tem. Que empenho né? Imagina só, criar uma família com dois filhos, ser demitido do melhor emprego de sua vida, sua esposa morrer, seus pais morrerem, seus irmãos morrerem... esse é o meu pai. Sempre comento que toda a força de vontade que tenho, tiro do meu pai, o cara é sem dúvida, o meu super-herói. Agora me vejo tendo que abandonar ele, pra o ver no máximo umas duas vezes ao mês, isso se eu tiver empenho e dinheiro pra viajar. Tudo está acontecendo tão rápido e tem pesado muito. Não consigo parar de pensar nisso um minuto, está me consumindo. Tive que recusar uma boa oferta de trabalho ontem e meu pai ficou puto, mas nada posso fazer, minha faculdade é super importante. Nessas horas que eu vejo o quanto viver é legal. Tem tanto pra resolver que eu até me perco. O meu medo é não ter conforto, mas eu sei que por mais que seja o lugar mais confortável do mundo, não vai trazer o conforto dos braços do meu pai. Estou passando por uma fase de transição muito tensa, preciso dos meus amigos, conselhos, emprego, direção. Tudo!

terça-feira, 14 de abril de 2009

A sociedade e as drogas.




Um tema um tanto quanto clichê, né? Por mais que seja inútil e aconteça o que acontecer, isso nunca vai mudar, eu amo expor meu ponto de vista a respeito das drogas na sociedade. É incrível como esse sistema consegue manipular a massa. Um tanto quanto absurdo pensar que as pessoas acreditam que refrigerante ou até mesmo cafeína faz menos mal que a maconha. Tem gente que discrimina e nem ao menos sabe o porquê disso! Já combati muitos argumentos e ninguém ainda conseguiu me corromper a parar. Não estou nem aí para esses alienados, fuck all of them. Não é completamente idiota proibir uma substância que te deixa mais calmo, criativo e que te dê uma dose alta de seratonina no cérebro, fazendo seu prazer fluir mais fácilmente? Já chegaram a me dizer que é pior um grupo de maconheiros na praia do que um de alcoólatras. THC pior que álcool? Ok, ok. Chegamos a um ponto complicado. A própria polícia prefere perder tempo batendo em jovens e adolescentes na rua que estão fumando unzinho ao procurar quem roubou a panificadora da esquina. Eu tenho asco a esse tipo de situação. Já dizia um amigo meu "Caralho mano, não posso nem fumar um beck na frente da minha casa que fica perigoso!", é, acho incrível como o ser humano consegue ser tão falso moralista. Engraçado que no Amsterdam é liberado e dá tudo certinho, eu diria mais! Pessoas do mundo todo almejam conhecer esse paraíso! Um pessoal de bem, que vive sua vida numa boa e fuma um baseadinho, bem do mal né? Essa hipocrisia me inferniza a vida, sofro preconceito de zilhões de pessoas, simplesmente porque curto rir e descontrair com meus amigos, enquanto os que bebem pra caralho e morrem na rua não são tão condenados. No Canadá, é usado como remédio! Aqui é visto como uma droga ilícita que tras todo tipo de problema possível. Hm... não é a toa que somos um país de terceiro mundo. É escroto como as pessoas que condenam tanto, usam argumentos completamente dispensáveis. Não estou tratando de liberar a droga ou não, só estou questionando a respeito do tamanho preconceito que sofro. Só pra completar, vários dos gênios que surgiram por aí, tanto musicais como quaisquer outros, fumavam maconha, agora são apreciados por isso, ao contrário dos que fumam agora e ficam em sua paz. DEIXE-ME EM PAZ SOCIEDADE ALIENADA!


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